terça-feira, 24 de março de 2015

Teixeira de Freitas e Porto Seguro estão na lista das 300 cidades mais perigosas do Brasil

A lista considera, para fins estatísticos, apenas as cidades com mais de 20 mil habitantes. Porto Seguro está na 12º posição e Teixeira de Freitas na 19º .

A taxa de homicídios no Brasil hoje coloca o país em sétimo lugar entre aqueles onde mais se mata no mundo. São 27,1 mortes para cada 100 mil pessoas. As 300 cidades listadas a seguir são as que puxam o índice brasileiro para cima: em Simões Filho, na Bahia, o índice de assassinatos (139 por 100 mil habitantes) é mais de duas vezes superior ao do Iraque no auge dos conflitos no país do Oriente Médio (64,9 mortes para cada 100 mil pessoas, entre 2004 e 2007).

Os dados são do “Mapa da Violência 2013 – Homicídios e Juventude no Brasil”, divulgado nesta quinta-feira pelo professor Julio Jacobo Waiselfisz, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais.

As cidades vítimas de grande violência são, em geral, pequenas ou médias, isto é, com até 500 mil habitantes. Nas 10 primeiros colocações, a única capital – e cidade grande – a aparecer é Maceió (AL). João Pessoa (PB) aparece em 30º, revelando que o Nordeste e o Norte são os maiores alvos do problema hoje.

Segundo o estudo, as cidades que concentram a violência no Brasil são, em geral, novos polos de desenvolvimento, zonas de fronteira e do desmatamento amazônico, além de municípios com turismo predatório e currais políticos onde ainda impera a lógica clientelista. 

1ª Reunião do Comitê Gestor - Projeto Turismo Costa das Baleias

Estiveram presentes diversas autoridades, como secretários, presidentes das entidades empresariais, empresários e vereadores de municípios que compõem a Costa das Baleias, como Prado, Alcobaça, Caravelas, Mucuri e Teixeira de Freitas.
De acordo com Alex Brito, gerente regional do SEBRAE, o Projeto pretende levantar quais os segmentos e as ações prioritárias, fazendo um recorte de hotéis, pousadas, restaurantes e agências de viagens e levando para eles ações previamente diagnosticadas de capacitação, consultoria e acesso ao mercado. Dentro do projeto há uma preocupação em ver o que cada município necessita para otimizar os negócios relacionados ao turismo. Teixeira de Freitas, por exemplo, em suas pesquisas iniciais, mostra que a cidade tem um turismo de negócios. 
FONTE: Com informações do Sulbahianews.

Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais da Bahia ocupa a sede da Superintendência do Ministério da Pesca e Aquicultura em Salvador

Na tarde de ontem (13), o Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais da Bahia ocupou a sede da Superintendência do Ministério da Pesca e Aquicultura em Salvador. Confira as reivindicações do grupo em seu MANIFESTO DO MOVIMENTO DE PESCADORES E PESCADORAS ARTESANAIS EM FAVOR DA EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS E EM DEFESA DOS SEUS TERRITÓRIOS TRADICIONAIS, publicado ontem: http://www.cppnac.org.br/wp-content/uploads/2015/03/Manifesto-do-MPP-Bahia.pdf

FONTE: Campanha Nacional pela Regularização do Território Pesqueiro

Exército conclui obra do Aeroporto de Caravelas mas ainda não há previsão para início das operações

Foi realizada no dia 2 de março a solenidade de entrega da conclusão da obra de Revitalização das Pistas do Aeroporto de Caravelas, iniciadas em 2010. A obra foi executada pelo 11º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro de Araguari-MG. 
A entrega solene foi realizada com  a presença do Coronel Guilherme Langaro Bernardes, comandante do Batalhão de Engenharia de Construção. Na oportunidade a obra de revitalização e ampliação das pistas de pouso foi entregue oficialmente ao Segundo Comando Aéreo Regional (COMAR II), com sede em Recife (PE). 
Após a entrega oficial o Coronel Guilherme Langaro Bernardes falou da importância da revitalização das pistas e reafirmou que as intervenções foram feitas rigorosamente dentro das normas técnicas padronizadas e exigidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). 
Ainda segundo o coronel Guilherme Langaro, são pistas que podem receber aeronaves como AIRBUS A320, BOEING 737, EMBRAER 190, FOKKER F-100, LOCKHEED C130, BAE HS-125, entre outras. “Eu acredito que em breve o aeroporto estará operacional”, falou.  
Em seguida discursou o major Wellington Dias,  presidente da Comissão de Recebimento de Obra do aeroporto de Caravelas/II COMAR. “Desde do início existia interesse da Força Aérea passar a administração do aeroporto para o Governo do Estado da Bahia, mas não poderia ser entregue sem efetuar a revitalização. Hoje vale a pena salientar que o aeroporto de Caravelas é dotado de duas pistas que se cruzam devidamente revitalizadas, sendo a pista maior de 1.530 metros e a menor de 1.200 metros. Eu não tenho dúvida que o Aeroporto de Caravelas é um dos que  possuem mais potencial da região, e a missão da Força Aérea hoje aqui consiste em fazer o recebimento definitivo da obra”.
E completou: “Já existe um termo de convênio assinado entre a Força Área e o Governo do Estado da Bahia para na seqüência abrir uma possível concessão para administração e operação do aeroporto. O secretário de Turismo e Esporte do município, Aristóteles da Conceição Almeida de Faria esteve presente representando o prefeito Jadson Ruas. 

HISTÓRIA: O Aeroporto de Caravelas foi construído há mais de seis décadas pelo governo brasileiro em acordo com os americanos, com o objetivo de atuar como base aérea militar das forças aliadas durante a Segunda Guerra Mundial. A estratégia foi situar o aeroporto a meio caminho da faixa litorânea entre os estados do Rio Grande do Sul e do Maranhão. Conserva a arquitetura militar da época, identificada por paredes espessas e arcos. Fica a cerca de 10km da cidade de Caravelas e cerca de 8km do litoral em linha reta ao ponto mais próximo da costa.

Além das pistas que foram completamente revitalizadas e reestruturadas, ainda resta a reforma e ampliação da área de logística do aeroporto, principalmente o setor de embarque e desembarque. As informações dão conta que o Governo Federal já teria recursos dispensados para a obra, mas como o valor seria baixo, não estaria interessando aos grupos empresariais durante os chamados para a licitação. (Com informações de Osmar Guarnelles/ASCOM PMC)

FONTE: Teixeira News, disponível também aqui

Parque de Abrolhos promove encontro de Capacitação sobre Monitoramento de Tartarugas Marinhas com Projeto Tamar

Entre os dias 2 e 5 de março, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA) recebeu a visita de dois técnicos do Projeto Tamar. O objetivo foi planejar e capacitar a equipe local para a execução do monitoramento das tartarugas marinhas na Unidade de Conservação (UC). 
O intercâmbio entre os técnicos envolvidos permitiu a qualificação da equipe de monitores e de um analista ambiental do Parque para as atividades de captura e marcação das tartarugas marinhas e o planejamento da dinâmica de campo para realização da atividade. Abrolhos figura entre as áreas protegidas relevantes para a conservação das tartarugas marinhas no Brasil, uma vez que tem em seu plano de manejo o objetivo de proteger essas espécies.
O Plano de Ação Nacional para a Conservação das Tartarugas Marinhas aponta para a importância da avaliação da região de Abrolhos como área de alimentação, em especial para a tartaruga-de-pente, e prevê entre outras ações a caracterização do uso da área dos Abrolhos como alimentação dessa espécie. A área do Parque também é frequentemente visitada para alimentação pelas tartarugas verde e cabeçuda, que utilizam algumas praias do arquipélago para reprodução. 
Na ocasião, além da marcação inicial de tartarugas, a equipe também presenciou a eclosão de um ninho da tartaruga cabeçuda, quando 15 filhotes foram liberados rumo ao mar, e analisou outros ninhos. “O procedimento de marcação é realizado em todas as tartarugas encontradas vivas, o que permite, em caso de recapturas, a obtenção de informações importantes sobre crescimento, período de residência e deslocamento desses animais, taxas de sobrevivência e uso do habitat”, explicou Jonathas Barreto, coordenador da base do Tamar em Regência (ES). No Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, a principal forma de captura para marcação será por meio do mergulho livre.
“Esperamos que o monitoramento das tartarugas marinhas forneça informações importantes para a ampliação do conhecimento e da conservação da Unidade de Conservação, de forma a somar com iniciativas já existentes. Também almejamos que a atividade realizada pela própria equipe do Parque facilite a absorção dos conhecimentos pelos monitores e voluntários, que poderão, por sua vez, difundir de forma qualificada o conhecimento sobre essas espécies, que são um dos grandes atrativos do Parque aos visitantes”, afirmou Fernando Repinaldo Filho, analista ambiental  da UC.
 Após três dias de trabalho intenso na área do Parque, a equipe do Tamar realizou uma palestra no Centro de Visitantes da Unidade, da qual participaram conselheiros, instituições locais, parceiros, visitantes e outros interessados. Na palestra foi apresentada a experiência do Projeto TAMAR para a conservação das tartarugas marinhas no Brasil e apresentado aos presentes a importância do Parque Nacional marinho dos Abrolhos para a conservação das tartarugas marinhas, e consequentemente a importância do monitoramento das espécies.

FONTE: Parnam Abrolhos, também disponível aqui e aqui.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Ministério da Pesca propõe alteraçoes na lista de espécies ameaçadas

Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) quer evitar a proibição da captura de espécies de importância comercial, como garoupas, raias e cações, prevista em portaria do Ministério do Meio Ambiente. Cientistas, ambientalistas, pescadores e governo discutem a melhor maneira de proteger a fauna aquática do país, sem inviabilizar a atividade pesqueira. 
O MPA está propondo ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) mudanças nas regras de implementação da nova lista de espécies aquáticas ameaçadas de extinção, numa tentativa de solucionar o impasse que foi criado com o setor pesqueiro sobre o tema e impedir que várias espécies de importância comercial tenham sua pesca proibida a partir de junho.
As demandas incluem um adiamento do prazo para elaboração de planos de gestão para espécies “vulneráveis” — de seis meses para um ano — e reavaliação da situação de algumas espécies-chave classificadas na lista como “em perigo” ou “criticamente em perigo”.
FONTE: Estadão.