sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Lira Imaculada Conceição é aplaudida em Belmonte/BA com pot-pourri de Raul Seixas
A convite da Filarmônica Lyra Popular,
a Filarmônica da Barra de Caravelas , Filarmônica Lira Imaculada Conceição –
FLIC, participou do 2º Encontro de Filarmônicas de Belmonte na Bahia.
O primeiro encontro de Filarmônica da
cidade de Belmonte aconteceu ano passo no dia 7 de dezembro, com o objetivo de
comemorar os 100 anos da Filarmônica Lyra Popular, e deu tão certo que a
comissão organizadora promoveu o segundo encontro com a participação de varias
bandas de filarmônicas da Bahia e uma do estado de Sergipe.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Comunidade se une e realiza mutirão para revitalizar Praça da Barra de Caravelas antes da Festa da Padroeira
A Festa da Padroeira da Barra, Nossa Senhora Imaculada Conceição
começou no dia 29/11, contando com novena e noite cultural, até
o encerramento com missa solene e procissão no dia 08/12.
Resex do Cassurubá junto com Associação da Barra e UFSB querem aproveitar os resíduos do camarão para geração de renda
Gestores e comunidade da Reserva Extrativista do Cassurubá, gerida pelo ICMBio, acabam de dar os primeiros passos para a execução de projeto sobre o aproveitamento de resíduos de camarão.
O camarão é pescado na reserva e comercializado pelos moradores. A ideia
é aproveitar as cascas e cabeça, que normalmente sobram após o processo
de limpeza que antecede a venda, para uso na produção de quitina e
quitosona.
A quitosana é uma fibra de origem marinha, encontrada principalmente no
exoesqueleto de crustáceos. Produzida a partir da quitina, ela é muito
utilizada pelas indústrias farmacêutica e alimentícia na absorção de
óleos e gorduras, principalmente em dietas para emagrecimento.
Em busca de financiamento
O projeto foi discutido, pela primeira vez, na semana passada, durante
reunião na sede regional do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da
Biodiversidade Marinha do Nordeste (Cepene), em Caravelas (BA), entre
representantes da Resex, do Centro e da Universidade Federal do Sul da
Bahia (UFSB).
Na abertura do encontro, os professores Marcelo Ehlers Loureiro e Anders
Schmidt, da UFSB, apresentaram o edital lançado pela organização Brazil
Foundation, que apoia projetos sociais no País, como uma oportunidade
de financiamento do projeto da Resex.
O projeto, que teria a participação dos moradores da reserva, em
especial da Associação da Comunidade da Barra de Caravelas, do Cepene e
da UFSB, se soma ao trabalho já desenvolvido por estudantes residentes
na Resex de aproveitamento da casca do camarão para a produção de
farinha.
Conhecimento e geração de renda
Os gestores da reserva consideraram o projeto uma “possibilidade única”
para conciliar estímulo educacional, produção de conhecimento
científico, geração de renda, práticas ambientalmente sustentáveis e
fortalecimento comunitário.
Já os representantes do Cepene demonstraram total interesse em apoiar a
proposta. Eles chegaram a colocar à disposição dos pesquisadores os
laboratórios da instituição para o desenvolvimento dos trabalhos que
demandem maior estrutura técnica.
Ao final do encontro, ficou acertado que a Associação da Barra de
Caravelas, que tem status de organização da sociedade civl, e a UFSB vão
preencher conjuntamente o edital, com o objetivo de concorrer ao
financiamento para viabilizar o projeto.
FONTE: ASCOM ICMBio.
População de baleias jubarte no Brasil cresceu 30% conforme Censo de 2015
Cerca de 17 mil baleias jubarte visitaram a costa brasileira este ano,
segundo os resultados do último censo realizado pelo Projeto Baleia
Jubarte, que devem ser anunciados amanhã. O número é 30% maior do que o
verificado no censo anterior, de 2011, quando foram estimadas 11,4 mil
baleias.
O cálculo é feito com base em uma amostragem de observações aéreas,
realizadas em agosto, depois extrapoladas — com base em critérios
científicos — para toda a temporada de reprodução da espécie na costa
brasileira, que vai de julho a novembro. Foram feitos sobrevoos do Rio
Grande do Norte ao Rio de Janeiro.
As jubartes usam as águas calmas e quentes do Brasil para se reproduzir,
dar à luz e amamentar seus filhotes. O litoral nordestino (em especial a
região de Abrolhos, no sul da Bahia) é um dos melhores lugares do mundo
para se avistar baleias nesse período.
O aumento do número de baleias este ano é mais um indicador de sucesso
dos esforços de pesquisa e conservação que vêm sendo colocados em campo
no Brasil há quase três décadas pelo Instituto Baleia Jubarte, com apoio
de empresas e do governo federal.
Em maio de 2014, o Ministério do Meio Ambiente retirou oficialmente a
jubarte da lista de espécies ameaçadas de extinção no Brasil. Veja a
reportagem completa aqui: http://goo.gl/BCDoPx
FONTE: Texto de Herton Escobar para Ciência Estadão
Inema faz comunicado descartando a possibilidade da lama atingir o Extremo Sul da Bahia, mas pescadores continuam preocupados
Em comunicado enviado nesta terça-feira (24), o governo da Bahia está
descartando a possibilidade da lama de rejeitos da barragem de Mariana
chegar às praias da Bahia. O comunicado vem em resposta à notícia dada
por sites e redes sociais de que a lama já estava em Alcobaça.
A verdade é que a lama já percorreu 700 km e ninguém sabe direito os venenos que ela contém e que destruíram mais de 40 cidades no caminho até o mar. Principalmente as comunidades de pescadores e pescadoras artesanais da região estão apreensivas, pois mesmo que a lama não chegue diretamente, indiretamente ela pode causar redução dos estoques pesqueiros e impedir o extrativismo e o sustento de várias famílias por muitos anos. A ministra do Meio Ambiente Isabela Teixeira disse vai demorar 30 anos para colocar tudo no lugar, mas alguns pesquisadores dizem que pode afetar o bioma como um todo por mais de 100 anos.
O coordenador de monitoramento do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (INEMA), Eduardo Topázio, diz no comunicado que: "A distância entre o estuário (ambiente aquático onde acontece a mistura entre o rio e o mar) do Rio Doce e estes outros locais é enorme, demoraria muito a chegar aqui, levando em consideração a dinâmica do mar.
A avaliação de Topázio é que é extremamente remota a possibilidade da lama chegar ao litoral sul da Bahia, principalmente nas praias de Itacaré, Alcobaça, Caravelas e Abrolhos. "Devem ser consideradas todas as condições climáticas da região, no deslocamento da lama. A tendência das correntes, nesta época do ano, é ir para o sul, e a Bahia está ao norte da foz do Rio Doce", explicou.
Na segunda feira aconteceu em Caravelas uma reunião do Conselho Consultivo do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos onde o ICMBio atualizou os presentes sobre o encontro da lama com o mar na foz do rio Doce, informando que as previsōes e os estudos recentes de órgãos e universidades que monitoram a tragédia apontam para um cenário de não incidência nas ilhas e na área do Parque. A estimativa é de que a lama possa alcançar ao máximo 11 milhas da costa, o que dá aproximadamente 20 km. O PARNAM está a mais de 200 km de distância. Nem com o pior cenário de previsão de ventos e marés, Abrolhos seria atingida, segundo o ICMBio.
As informações divulgadas pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) do Espírito Santo, que tem realizado sobrevoos na área, eram de que a lama já tinha adentrado cerca de 30 km para o Norte do mar do Espírito Santo, na tarde desta terça-feira (24). Ao leste, mar adentro, a extensão era de 20 km e para o Sul outros 5 km.
Rodrigo Júdice, secretário de Meio Ambiente do IEMA, alertou que o deslocamento da lama vai variar de acordo com o comportamento das ondas e da direção do vento. Segundo o IEMA, a situação era diferente pela manhã: 15 km ao Norte, 5 km a leste e 7 km ao Sul. "Tudo pode mudar com a mudança dos ventos”.
Mas o secretário garantiu que a lama não vai avançar muito pelo mar a ponto de atingir outros estados ou a capital do Espírito Santo.
"A possibilidade de a lama chegar a Abrolhos e aos manguezais de Vitória é muito irrisória. O importante é o acompanhamento, é o monitoramento do deslocamento, para a gente saber exatamente o impacto dela nas áreas de preservação próximas ao estuário e à foz do Doce", disse o secretário.
Um navio da Marinha está sendo enviado às praias de Linhares, hoje (25), para tentar conter os estragos causados pelos rejeitos de mineração da barragem da Samarco e apoiar as ações locais.
Vamos acompanhando!
FONTE: Com informações da Redação iBahia, do G1 e do ICMBio Caravelas.
A verdade é que a lama já percorreu 700 km e ninguém sabe direito os venenos que ela contém e que destruíram mais de 40 cidades no caminho até o mar. Principalmente as comunidades de pescadores e pescadoras artesanais da região estão apreensivas, pois mesmo que a lama não chegue diretamente, indiretamente ela pode causar redução dos estoques pesqueiros e impedir o extrativismo e o sustento de várias famílias por muitos anos. A ministra do Meio Ambiente Isabela Teixeira disse vai demorar 30 anos para colocar tudo no lugar, mas alguns pesquisadores dizem que pode afetar o bioma como um todo por mais de 100 anos.
O coordenador de monitoramento do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (INEMA), Eduardo Topázio, diz no comunicado que: "A distância entre o estuário (ambiente aquático onde acontece a mistura entre o rio e o mar) do Rio Doce e estes outros locais é enorme, demoraria muito a chegar aqui, levando em consideração a dinâmica do mar.
A avaliação de Topázio é que é extremamente remota a possibilidade da lama chegar ao litoral sul da Bahia, principalmente nas praias de Itacaré, Alcobaça, Caravelas e Abrolhos. "Devem ser consideradas todas as condições climáticas da região, no deslocamento da lama. A tendência das correntes, nesta época do ano, é ir para o sul, e a Bahia está ao norte da foz do Rio Doce", explicou.
Na segunda feira aconteceu em Caravelas uma reunião do Conselho Consultivo do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos onde o ICMBio atualizou os presentes sobre o encontro da lama com o mar na foz do rio Doce, informando que as previsōes e os estudos recentes de órgãos e universidades que monitoram a tragédia apontam para um cenário de não incidência nas ilhas e na área do Parque. A estimativa é de que a lama possa alcançar ao máximo 11 milhas da costa, o que dá aproximadamente 20 km. O PARNAM está a mais de 200 km de distância. Nem com o pior cenário de previsão de ventos e marés, Abrolhos seria atingida, segundo o ICMBio.
As informações divulgadas pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) do Espírito Santo, que tem realizado sobrevoos na área, eram de que a lama já tinha adentrado cerca de 30 km para o Norte do mar do Espírito Santo, na tarde desta terça-feira (24). Ao leste, mar adentro, a extensão era de 20 km e para o Sul outros 5 km.
Rodrigo Júdice, secretário de Meio Ambiente do IEMA, alertou que o deslocamento da lama vai variar de acordo com o comportamento das ondas e da direção do vento. Segundo o IEMA, a situação era diferente pela manhã: 15 km ao Norte, 5 km a leste e 7 km ao Sul. "Tudo pode mudar com a mudança dos ventos”.
Mas o secretário garantiu que a lama não vai avançar muito pelo mar a ponto de atingir outros estados ou a capital do Espírito Santo.
"A possibilidade de a lama chegar a Abrolhos e aos manguezais de Vitória é muito irrisória. O importante é o acompanhamento, é o monitoramento do deslocamento, para a gente saber exatamente o impacto dela nas áreas de preservação próximas ao estuário e à foz do Doce", disse o secretário.
Um navio da Marinha está sendo enviado às praias de Linhares, hoje (25), para tentar conter os estragos causados pelos rejeitos de mineração da barragem da Samarco e apoiar as ações locais.
Vamos acompanhando!
FONTE: Com informações da Redação iBahia, do G1 e do ICMBio Caravelas.
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