segunda-feira, 13 de novembro de 2017

A Secretaria de Cultura de Caravelas promove o III Concurso de Marchinha Carnavalesca, para contribuir com a cultura carnavalesca do município, que é uma das mais tradicionais do Extremo Sul da Bahia. As inscrições estão abertas até 24 de novembro. A única modalidade em disputa é a “Marchinha de Carnaval”, de temática livre. As composições concorrentes deverão ter melodia e letras originais e inéditas.


Operações da Fibria em Caravelas recebem visita de representantes da imprensa

Foto: Morau
 
Em operação desde março de 2003, o sistema de transporte marítimo de madeira da Fibria, que transporta eucalipto entre o sul da Bahia e a fábrica da empresa, no norte do Espírito Santo, ajuda a desafogar o tráfego de carretas nas rodovias e acaba de passar por um projeto de modernização. Nesta terça-feira (7/11), um grupo de representantes da imprensa do sul da Bahia foi conferir de perto a operação do Terminal, que gera cerca de 600 empregos diretos.
Com a modernização, o Terminal passou a operar com guindastes que contam com tecnologia de ponta no carregamento e descarregamento das barcaças. A operação com esses equipamentos reduz em 40% o tempo de carregamento/descarregamento, aumentando a eficiência em relação ao trabalho antes feito com a utilização de máquinas carregadeiras. “A alternativa também oferece ganhos ambientais, já que não há desgaste de pneus e o consumo de combustível é menor”, observa Lucas Bozolan Mendes, coordenador de Logística da Fibria.
Caravelas também está entre os municípios atendidos pelo Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT), desenvolvido pela Fibria com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar. Nove associações de pequenos agricultores fazem parte do PDRT em Caravelas, contemplando cerca de 350 famílias. Elas recebem orientação sobre gestão e comercialização de diversos produtos agrícolas.
Outras 20 famílias do município também participam do Colmeias, iniciativa por meio da qual a Fibria oferece áreas para instalação de apiários em seus plantios florestais, visando incrementar a renda familiar dos participantes, que também recebem orientação sobre produção e comercialização de mel.
 
“O Colmeias e o PDRT são iniciativas por meio das quais a Fibria busca inserir as comunidades em atividades produtivas, oferecendo oportunidade de geração de renda”, destaca Narcisio Loss, consultor de Sustentabilidade da empresa.
 
 
Assessoria de comunicação da Fibria, Pauta 6
 

Pescadores chamam camarão de marisco e perdem seguro-defeso

Marisqueiros. É assim que pescadores de camarão na Bahia se identificam há várias gerações. Agora, contrariando o vocabulário que passou de pai para filho, descobriram que devem nomear o camarão de outro jeito.
 Mais de 20 mil pescadores baianos estão sem receber um benefício do governo porque registraram o produto como marisco, em vez de crustáceo, segundo a Defensoria Pública da União. O problema já dura dois anos. Com as várias mudanças da Secretaria de Pesca na estrutura do governo, eles não conseguem atualizar o RGP (Registro Geral da Atividade Pesqueira). Sem corrigir o registro, os pescadores não conseguem receber o seguro-defeso.
 O benefício de um salário mínimo (R$ 937) é pago ao pescador artesanal durante o período de defeso –época de reprodução, quando o governo proíbe a pesca para preservação de espécies. O pagamento está na mão do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), mas é a Secretaria de Pesca que cuida dos registros.
 Criada em 2003, a secretaria já foi promovida a ministério, já ficou ligada à Agricultura e recentemente migrou para a Indústria, Comércio Exterior e Serviços. No dia 4/10 o Senado aprovou outra mudança: vinculação direta à Presidência. O ministério da Indústria, que ainda abriga a secretaria, atribuiu o problema à alta demanda e poucos servidores.

Para ler o texto completo, clique aqui.

FONTE: Folha Uol.

Biodiversidade marinha brasileira ganha série com 10 livros


A biodiversidade marinha no Brasil ganhará uma série com 10 livros em inglês voltados para estudantes, pesquisadores e demais interessados em conhecer os ambientes costeiros.
Alexander Turra, professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP) e editor-chefe do projeto, explica que a série Brazilian Marine Biodiversity é resultado de um trabalho crescente que começou com a criação da Rede de Monitoramento de Habitats Bentônicos Costeiros (ReBentos), criada com apoio da FAPESP no âmbito de um acordo com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para consolidação do Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota). O ReBentos está vinculado à Rede Clima na sua sub-rede Zonas Costeiras. 
Diferentes habitats dos ambientes costeiros são tratados em publicações que analisam papel da biodiversidade nos serviços ecossistêmicos (foto: recife de coral no litoral da Bahia/Ruy Kikuchi)
 
“Temos pouco material publicado sobre a biodiversidade brasileira em língua inglesa e a abordagem que usamos nessa série é nova. Optamos por trabalhar os habitats não apenas do ponto de vista da biodiversidade, mas do funcionamento do ecossistema e das ameaças que ele sofre. Vamos tratar de aspectos mais funcionais desses ambientes”, disse Turra.
A costa brasileira e sua diversidade de vegetação e ecossistemas é capaz de armazenar milhões de toneladas de carbono, o que torna o Brasil um bom lugar para testar novos mecanismos para avaliar e conservar o chamado carbono azul – CO2 armazenado em ecossistemas costeiros.
Turra explica que a falta de estudos de longo prazo da biodiversidade tem deixado o Brasil para trás na avaliação global das consequências das mudanças ambientais globais em ecossistemas costeiros. Um dos papéis da ReBentos é ampliar o conhecimento desse assunto não só no meio acadêmico, mas também para estudantes e o público geral.
Com o auxílio do programa Sisbiota foi possível estruturar a rede de pesquisadores sobre a temática da biodiversidade marinha e mudanças climáticas. “De certa forma, a ReBentos induziu no Brasil o estudo desse casamento entre mudanças climáticas e organismos bentônicos”, disse Turra, um dos criadores da rede, à Agência FAPESP.
A ReBentos reúne 166 pesquisadores em toda a costa brasileira, pertencentes a 57 instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais com atuação nos 17 estados costeiros.
Não por acaso, os 10 livros seguem a mesma divisão dos oito subgrupos criados na ReBentos que também são os habitats dos animais bentônicos: bancos de rodolitos, costões rochosos, estuários, fundos submersos vegetados, educação ambiental, manguezais e marismas (pântanos salgados), praias e recifes coralinos. Há ainda mais dois livros, sobre plataforma continental e gramas marinhas.
“A série apresenta uma análise do papel da biodiversidade e da importância dos serviços ecossistêmicos. Discute também as ameaças a cada habitat, como poluição, espécies invasoras e mudanças ambientais globais”, disse Turra.

Para saber mais: http://agencia.fapesp.br/biodiversidade_marinha_brasileira_ganha_serie_com_10_livros/25012/

FONTE: Agência FAPESP e também aqui

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Técnicos da CAR visitam em Caravelas local do futuro Centro de Beneficiamento de Pescados

A Prefeitura de Caravelas, através da Secretaria de Agricultura e Pesca, em parceria com a Coompescar - Cooperativa das Marisqueiras e Pescadores de Caravelas -, recebeu na manhã desta quarta-feira (27) a visita dos técnicos da CAR - Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, de Salvador, para análise da área onde poderá ser construído Centro de Beneficiamento de Pescados.
 
Projeto que foi uma iniciativa da Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca e da Coompescar. O Objetivo do Centro de Beneficiamento de Pescado é melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida da comunidade Pesqueira de Caravelas. Após a visita, será produzido, pelos engenheiros, um relatório para viabilizar o Projeto na sede da Coompescar.
O Prefeito de Caravelas, Silvio Ramalho, acompanhou a visita e está empenhado em conseguir trazer este projeto para os pescadores da cidade. “É importante fomentar a pesca na nossa cidade. Este centro trará condições melhores de trabalho aos pescadores e pescadoras, além de dar mais qualidade de vida para muitas famílias que serão beneficiadas com o pescado que vai movimentar a economia do município.” 
O Secretário de Agricultura e Pesca, Daniel Siquara, se mostrou otimista com relação à construção do Centro de Beneficiamento em Caravelas. “estive em Salvador e convidei os engenheiros da CAR para realizar esta visita técnica. Acredito que esta será mais uma conquista para as famílias de pescadores caravelenses.”, disse o Secretário.

Por Neuza Brizola/ Ascom

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Fibria inicia movimentação de madeira com guindastes em terminais marítimos




 O projeto, que demanda investimento de R$ 54,4 milhões, possibilitará que menos caminhões de transporte de madeira sejam usados nas rodovias capixabas e baianas.

 
Já estão em operação nos Terminais Marítimos da Fibria em Barra do Riacho (Aracruz-ES) e em Caravelas (BA) os primeiros dois guindastes – de um total de quatro – que fazem parte do projeto de modernização do transporte de madeira por via marítima entre o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo. A movimentação de madeira com guindastes garante operações mais seguras, sustentáveis e produtivas. A Fibria está investindo R$ 54,4 milhões nesse projeto, incluindo obras civis e equipamentos.
Fabricados na Finlândia, os guindastes de grande porte operam no carregamento das barcaças que transportam madeira, no Terminal de Caravelas, e no descarregamento das embarcações, em Barra do Riacho. Cada barcaça comporta uma carga equivalente a 100 viagens de caminhões tritrem, contribuindo para desafogar o tráfego nas rodovias.
 Além de contribuir para a segurança nas estradas, reduzindo o tráfego de caminhões, a operação com guindastes oferece mais segurança ao operador, que fica na cabine do equipamento, sem contato próximo com a carga. Sob o aspecto da sustentabilidade, a utilização de guindastes resulta em menor uso de combustível derivado do petróleo (em Barra do Riacho, os equipamentos são movidos a energia renovável produzida pela própria Fibria em sua unidade industrial), menor uso de pneus e redução das emissões de CO2, gás que provoca o efeito estufa.
O gerente geral Florestal da Fibria, Carlos Nassur, enfatiza que a instalação dos guindastes é um passo importante para a modernização das operações. “Entre as vantagens desse novo sistema podemos destacar o aumento da produtividade, melhor aproveitamento do espaço interno das barcaças, redução das emissões de gases de efeito estufa e aumento da segurança nas estradas, além de redução de custos operacionais”, salienta ele.
Luiz Geraldo Micheletti Goessler, gerente de Logística Florestal da Fibria, explica que os dois guindastes começaram a operar há pouco mais de um mês e estão na fase de curva de aprendizagem, até alcançarem a produtividade esperada. Os operadores desses equipamentos receberam treinamento específico e sua performance também vem evoluindo com as atividades. “A expectativa é de que a operação com guindastes reduza em mais de 40% o tempo de carregamento/descarregamento das barcaças, quando o projeto estiver operando a plena capacidade, com os quatro equipamentos”, disse.
 
Em operação há 15 anos, os Terminais Marítimos da Fibria em Barra do Riacho e em Caravelas contribuem para dar mais equilíbrio à matriz de transportes da empresa. O modal marítimo responde por uma fatia de 25% do transporte de madeira da empresa, que também utiliza ferrovias e rodovias.
A execução do projeto de modernização do transporte marítimo também contribui para movimentar a economia nas respectivas regiões. No pico do projeto, foi mobilizado um efetivo de cerca de 150 pessoas, metade no Espírito Santo e metade no sul da Bahia. Como ocorre em projetos dessa natureza, a Fibria fez parceria com o Sine (Sistema Nacional de Empregos), e priorizou a contratação de trabalhadores locais.
 Fonte: Pauta 6 comunicações
6