sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Futebol injetará R$ 50 milhões na economia de Porto Seguro

Os jogos da Alemanha e da Suíça serão em Salvador, mas as duas seleções europeias escolheram a região da Costa do Descobrimento (Extremo Sul da Bahia), que está a uma hora de avião da capital do estado, para fazer a preparação para o Mundial de Futebol da FIFA. Os suíços ficarão no Latorre Resort, em Porto Seguro, já os germânicos passarão 45 dias em Santa Cruz Cabrália.

De acordo com o secretário estadual do Turismo, Domingos Leonelli, serão 1,5 mil hóspedes na região, o que injetará R$ 50 milhões na economia de Porto Seguro e arredores. Leonelli, que assistiu o Sorteio Final da Copa ao lado do presidente do Esporte Clube Bahia, Fernando Schmidt, elogiou a cerimônia, em especial o espetáculo de dança da coreógrafa Débora Colker, que teve o futebol como tema.

FONTE: ASCOM BAHIA.

Nova tecnologia permite acompanhar as ações da Bahia Pesca em Tempo Real

Uma nova tecnologia está ajudando os técnicos e gestores da Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria da Agricultura, a acompanhar em tempo real os projetos da empresa. É o Sistema de Monitoramento de Processos (Simp). A nova ferramenta reúne em um mesmo ambiente virtual informações sobre todas as ações da empresa.

“Um painel eletrônico exibe em tempo real, para os gestores, os andamentos dos processos, de forma integrada e unificada, incluindo protocolos, contratos, convênios e ações como o projeto Renovar ou serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural”, explica o presidente da Bahia Pesca, Cássio Peixoto. “Isto permite uma gestão mais eficiente e auxilia na tomada de decisões. A tecnologia estava no nosso planejamento para 2013 e estamos cumprindo com este compromisso”, complementa.

Atualização
De acordo com o presidente, o sistema - atualizado constantemente pelos diferentes setores e escritórios da empresa espalhados pelo estado – permitirá saber quais são as necessidades de pescadores, produtores, aquicultores e marisqueiras em tempo real.
“Assim, poderemos identificar os problemas e agir de imediato para solucioná-los. Em breve as cooperativas e associações de pescadores também poderão alimentar o Simp, com a intermediação de nossos técnicos, nos ajudando com os processos decisórios. Poderemos identificar, por exemplo, em que região do estado há uma carência de embarcações ou petrechos de pesca”, diz.
O sistema também permite avaliações compartimentalizadas das ações da empresa e das demandas locais, detalhando as atividades realizadas nos 27 territórios de identidade do estado. “Vamos acompanhar em tempo real a produção de cada região e identificar possíveis gargalos na cadeia produtiva”, afirma Cássio.

Nova Feira Livre de Caravelas

Caravelas inaugurou no dia 20 mesmo debaixo de muita chuva, uma nova Feira Livre para comercialização de produtos da agricultura familiar e do artesanato produzido por grupos informais da região. 

A chef Maíra Pinto esteve à frente da Barraca Caravelas Na Mesa, que ofereceu pratos preparados com produtos regionais como o camarão, siri e tapioca e também marcaram presença os agricultores de Juerana e de comunidades da Resex do Cassurubá. O artesanato estava mais uma vez sendo comercializado com o apoio do Projeto Maré Alta, da Filarmônica Lira Imaculada Conceição e da Associação de Moradores, Pescadores e Marisqueiras da Barra de Caravelas.

Esta foi mais uma realização da Prefeitura Municipal de Caravelas, com apoio da Cachaçaria Matriarca, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caravelas, Conselho Comunitário de Desenvolvimento Sustentável e Associações de Agricultores.
 
 
 
Fonte: Farol para Abrolhos

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Barra de Caravelas encerra Festa em homenagem a Nossa Senhora Imaculada Conceição

Foram 11 dias de festa em homenagem à padroeira da Comunidade da Barra, em Caravelas. Durante todos os dias a Filarmônica Lira Imaculada Conceição fez a alvorada às 5 da manhã, com tocata pelas ruas da comunidade. Com missa ou culto celebrado a partir das 19 horas, seguido de barraquinhas e show musical.
Encerrada no domingo (8) com a tradicional procissão pelas ruas do povoado, a Festa transcorreu animada, mostrando aos moradores e visitantes a importância de se preservar as tradições desta comunidade de pescadores e pescadoras artesanais.















Fonte: Farol para Abrolhos
Fotos: Arquivo Jornal O Samburá
 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Governo federal lançou Plano Nacional de Combate à Pesca Ilegal

Nesta quarta-feira (4) foi lançado, em Brasília, o Plano Nacional de Combate à Pesca ilegal, a maior operação no gênero já realizada na América Latina. A iniciativa envolverá, durante quatro meses, desde campanhas públicas de esclarecimento a operações de fiscalização, passando pela entrega de um “selo de pesca legal” aos proprietários de embarcações regulares.  Após este prazo ocorrerão operações intensivas de fiscalização.
O plano desencadeará ações a partir de um grupo de trabalho envolvendo importantes pastas e órgãos, como Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Meio Ambiente (Ibama e ICMbio), Defesa (Marinha do Brasil), Justiça (Polícia Federal) e Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Além disso, deve contar com a colaboração dos estados e municípios.
Como o Brasil possui o maior volume de água doce do mundo – ou seja, milhares de rios e dezenas de reservatórios - e um extenso litoral, a pesca ilegal encontrou terreno fértil para prosperar e comprometer a manutenção dos estoques pesqueiros e a fauna marinha em geral. Pontos de pesca ilegal são geralmente criadouros e berçários marinhos preservados, reservas ou cardumes de espécie em período de defeso (reprodução).
Embarcações sem licença, uso de petrechos proibidos, pesca no período de defeso e até barcos estrangeiros operando ilegalmente nas águas são alguns dos problemas que comprometem os planos do governo federal para o setor pesqueiro, segundo Mutsuo Asano Filho, diretor do Departamento de Planejamento e Ordenamento da Pesca Industrial do MPA e coordenador do grupo estratégico que irá gerir o plano.
Ofensiva
A previsão é de que o Plano Nacional de Combate à Pesca Ilegal – que representa uma resposta do governo brasileiro às recomendações da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para o aumento do combate à pesca ilegal no mundo -  irá demandar mais de R$ 40 milhões  - considerando recursos financeiros, estruturas de apoio e pessoal – e mobilizar mais de mil servidores públicos.
A educação e informação das comunidades pesqueiras sobre a pesca ilegal está sendo considerada fundamental pelo grupo estratégico. Com o slogan “É o Brasil protegendo o seu pescado”, a campanha do Plano Nacional de Combate à Pesca Ilegal será divulgada em televisão, rádio e mídia impressa, nos principais polos de pesca do País. Estão previstas reuniões com pescadores em colônias e associações de pescadores para a discussão do assunto.
Serão combatidas irregularidades na pesca de arrasto, cerco, espinhel, emalhe e armadilhas, com prioridade para a de arrasto, responsável, quando exercida ilegalmente, por grande devastação biológica e até por conflitos na região sul do País.
As operações serão extensivas à pesca artesanal, industrial e esportiva.  Um disque denúncia será colocado à disposição da população.
As pessoas que forem flagradas desrespeitando a legislação estarão sujeitas a multas, perda de licença de pesca, apresamento de embarcações e de produtos, entre outras penalidades.
Impactos
Análise da Fao indica que apenas 1/5 da pesca no mundo seja declarada e legalizada. Numa projeção para o Brasil, isso significa que se a produção nacional é de 1,5 milhão de toneladas outras 5 milhões de toneladas podem não estar sendo declaradas, de acordo com o Ministério da Pesca e Aquicultura. “Há casos em que o peixe é pescado ilegalmente na nossa costa, levado para outros países e depois importado”, diz o diretor Mutsuo Asano Filho.
A INN (Pesca Ilegal, Não Declarada e Não Regulamentada) atrapalha o planejamento das políticas voltadas ao desenvolvimento do setor. “Estatísticas e avaliações de estoques, que permitem a concessão de licenças e a proibição de determinadas pescarias ficam prejudicadas”, acrescenta Asano.
A atividade pode ser também considerada crime contra ordem econômica. Afinal, eleva o preço do pescado ao consumidor final, seja pela necessidade de importações ou pela redução da oferta livre no mercado. Há impactos ainda na qualidade do pescado consumido pela população.
FONTE: Ministério da Pesca e Aquicultura.