quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Filarmônica Lira Imaculada Conceição comemora seu aniversário homenageando a padroeira da Barra de Caravelas, Nossa Senhora da Imaculada Conceição.
A FILARMÔNICA LIRA IMACULADA CONCEIÇÃO - FLIC - é
uma associação cultural sem fins lucrativos que existe desde 08/12/1936
na comunidade de Barra de Caravelas, Caravelas - BA, e tem por
finalidade a difusão cultural da música; a promoção de atividades
sociais, educacionais, culturais e desportivas; a elaboração e execução
de projetos de desenvolvimento social sustentável, comprometidos com a
promoção da cidadania da comunidade carente e a promoção da
comunicação social comunitária (fotografia, mídias impressas, rádio,
cinema, vídeo, televisão, internet).
Parabéns!!!!
MUSICA NA PRAÇA

O final de semana será marcado por uma intensa
programação musical na Praça Ary Leite, em Barra de Caravelas (BA). Grupos da
cidade apresentarão nesta sexta-feira (09) e sábado (10) um repertório de
música popular que promete encantar a comunidade. O projeto Música na Praça é
realizado pela Filarmônica Lira Imaculada Conceição (FLIC) e conta com o apoio
da Fibria e do Instituto Votorantim. O evento acontece na Praça Ary Leite, a
partir das 16h.
O Música na Praça tem como objetivo incentivar o
público à apreciação artística, difundindo atividades de cunho
artístico-cultural. Além disso, sua finalidade é divulgar a música popular
brasileira, dando ênfase à música regional, além de oportunizar aos artistas locais a divulgação de seu trabalho
O evento faz parte do Projeto “Na Rota da Música”, uma realização da FLIC que conta com patrocínio do Instituto Votorantim
e Fibria. A iniciativa tem como foco as atividades de formação com ênfase na
manutenção e reparo de instrumentos musicais, cultura popular e formação
artística.
Confira a programação:
Sexta-feira (09/12)
16h – Grupo de flautas
17h – FLIC
18h – Grupo de Violões
19h – Apresentação de imagens e vídeos sobre o
Parque Marinho Abrolhos
Sábado (10/12)
16h - Big Zem
17 h – Pererê
18h - Denison Borges
19h – Preto Vibration
‘Zambiapunga’ pode se tornar Patrimônio Imaterial da Bahia
Até o final do primeiro
semestre de 2017 o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) finaliza
o dossiê sobre a manifestação ‘Zambiapunga’, que ocorre no início de novembro
no Baixo Sul baiano, em municípios como Cairu, Nilo Peçanha, Taperoá e Valença.
O dossiê começou a ser elaborado no segundo semestre deste ano e fundamentará o
pedido de registro especial da manifestação como Patrimônio Imaterial da Bahia.
As pesquisas contaram com cooperação técnica do Instituto de Desenvolvimento Sustentável
do Baixo Sul (Ides).
“A tradição é marcada
pelo uso de adereços alegóricos: trajes de roupas coloridas e papéis de seda”,
explica o diretor de Preservação do IPAC, Roberto Pellegrino. Nos períodos de
festejo, um grupo de homens utilizam búzios gigantes e enxadas tocadas como
instrumentos de percussão. “Geralmente eles se espalhavam pelas ruas durante a
madrugada, acordando a população em ritmo de celebração”, conta Pellegrino.
O primeiro passo do IPAC
foi realizar pesquisa, com visitas de campo, entrevistas, coleta de documentos,
fotos e jornais antigos, dentre outros itens. “Agora elaboramos o dossiê.
Uma parte já está pronta e a outra finalizamos no primeiro semestre de 2017”,
afirma a antropóloga do IPAC, Adriana Cerqueira, responsável pela redação do
documento. Depois, o dossiê segue para a Secretaria de Cultura e o Conselho de
Cultura (CEC,
www.conselhodecultura.ba.gov.br). Após aprovação, é apresentado
ao governador, que faz análise final e assina decreto tornando a manifestação
protegida pelo Estado da Bahia.
COMUNIDADES – O 'Zambiapunga' está
presente nos municípios de Nilo Peçanha, Valença, Taperoá, Cairú e nas
localidades de Galeão, Caraíba e Boipeba. Para conhecer de perto, equipe
multidisciplinar do órgão esteve nas comunidades de Cajaíba, Atracadouro e Bom
Jardim, em Valença. Técnicos do Ides também estavam presentes, coordenados por
Liliana Leite. Do IPAC participaram o diretor de Preservação, Roberto
Pellegrino, a gerente de Patrimônio Imaterial, Nívea Alves, e a antropóloga
Adriana Cerqueira. “Existem também os caretas inseridos no contexto do
Zambiapunga. A proteção será para o conjunto dessas manifestações”, explica
Adriana.
Considera-se
que a palavra Zambiapunga vem de Zambiapombo, Nzambi Mpungu, Zambi e Nzambi, originárias
dos povos Bantu de onde veio também a tradição do candomblé da nação angola na
Bahia. Esses entes sacros seriam correlatos ao deus Olorum do candomblé Ketu, e
é sincretizado no catolicismo ao Senhor do Bonfim. Os bantus são originários de
Angola e Congo, na África. Se aprovada no CEC, o Zambiapunga será inscrito no Livro
de Expressões Lúdicas e Artísticas da Bahia.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
MÚSICA NA PRAÇA
O evento Música na Praça tem como objetivo incentivar o público à apreciação artística, difundindo atividades de cunho artístico-cultural ao público. Bem como divulgar a música popular brasileira, dando ênfase à música regional, além de oportunizar os artistas locais a divulgação de seu trabalho.
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